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Por Ana Paula Ferreira | Para Board Academy BR

 

O Poder da comunicação

 

Muito além de mandar recado, o papel da comunicação corporativa é fundamental na estrutura de uma companhia, tem a função de conectar propósito, valores e objetivos, gerando a forma como todo mundo vê e vive a marca dentro e fora da empresa.

Não basta mais só “comunicar”, sabe? É preciso criar histórias que façam sentido e que inspirem. No fim das contas, comunicação é isso: transformar estratégia em algo que as pessoas entendam, sintam e que converta clientes em fãs.

Storytelling: não é firula, é estratégia

Falar de storytelling não é papo de “marketeiro” pra deixar tudo “cool”. É uma ferramenta real para alinhar o discurso e imprimir a personalidade da marca.

Quando a história é bem contada, ela conecta emoção com estratégia e isso gera confiança, que é o bem mais valioso que uma marca pode ter.

E olha: não adianta ter um super discurso pra fora se, por dentro, ninguém acredita ou vive isso. Comunicação interna é o alicerce. Quando quem trabalha na empresa entende o propósito e sente que faz parte, esse sentimento transborda para o mercado. Aí, sim, faz sentido.

E quando dá ruim?

Crise é aquele momento em que a máscara cai. É o teste pra saber se a narrativa da marca é verdadeira ou se não passa de um personagem reborn.

Empresas que se preparam com consistência sabem que, na hora do aperto, não basta ser rápida, tem que ser coerente e agir de acordo com o que sempre disse que acredita.

No fim, a forma como você se comunica na crise define se vão confiar em você depois ou não.

E a liderança nisso tudo?

Liderar é muito mais do que tomar decisão e assinar papel. É também ajudar a construir e validar as histórias que a marca conta para o mundo.

Mas por quê comunicação deve ser pauta de conselhos?

Primeiro, porque isso faz parte do negócio. E também pra manter a comunicação alinhada com o que a empresa quer ser no futuro, para garantir que o que se fala bate com o que se faz (nada mais feio que discurso vazio).

E é claro que eu destaco a importância de construir uma comunicação plural, pois ouvir mais e trazer diferentes pontos de vista só deixa a história da marca mais verdadeira.

Quando a comunicação vira assunto de governança, ela deixa de ser só “coisa do time de comunicação” e passa a ser um motor que move a empresa e gera valor.

As marcas que sacam isso constroem histórias fortes, com raízes profundas, e que sabem se reinventar quando o mundo vira de cabeça pra baixo.

 

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